Acabou a aventura. Matamos o Kalarel. Foi tudo muito interessante (mais ou menos).
Isto há-de ser mais detalhado mas para já... yay!
Histórias dum grupo de Roleplayers de Braga.
Ao amanhecer o grupo de aventureiros saiu de Winterhaven com destino ao misterioso forte. Seguiram um par de horas pela estrada e depois embrenharam-se pela floresta com Thia como guia. Eventualmente, a elfa encontrou um trilho que lhe parecia promissor. Ao fim de algumas horas a percorrer esse trilho, avistaram finalmente o forte.Continua...
Montaram um pequeno acampamento numa clareira escondida, enquanto Thia se infiltrou no forte para bater o terreno. Ao fim de algum tempo Thia regressou, relatando que o forte estava completamente deserto à superfície. Mas o acesso para as caves tem sinais de estar em uso. O grupo seguiu imediatamente para lá e começaram a embrenhar-se nos subníveis do forte.
Desceram uma primeira escadaria e foram dar a uma sala onde se encontrava alguns goblins de guarda. O combate foi rápido e mau para os goblins (embora Stella tivesse tido um percalço quando caiu num alçapão falso e ficou presa num foço cheio de ratos). Vencido o combate, preparavam-se para explorar o andar quando ouviram uma série de gritos vindos do fundo do corredor.
Aproximaram-se da porta donde vinham os gritos. Além da voz aguda que gritava de dor ouviam-se outras vozes a rir. Bharash mandou a porta abaixo ao pontapé e o grupo carregou para o interior. Tratava-se duma sala de tortura. O grupo combateu com o "interrogador" (um hobgoblin) e os seus lacaios goblins. O combate foi duro mas acabaram por triunfar. Na sala encontrava-se apenas um cativo. Um goblin um bocado patético chamado Splug.
O grupo "negociou" com Splug a sua liberdade a troco de alguma informação:O grupo lá deixou o pobre Splug fugir e foram bater à porta de Balgron o Gordo. Bater com um pontapé que a deitou abaixou. Deram com um corredor onde surpreenderam alguns goblins num jogo de cartos. Um deles fugiu em busca de reforços. Os restantes tombaram rapidamente. Pouco depois chegaram os reforços e o seu destino foi o mesmo.
- Splug é um pobre escravo
- Os goblins estão a trabalhar para o culto embora nunca os vejam
- O chefe dos goblins - Balgron o Gordo - encontra-se numa sala não muito longe do salão de tortura
- Alguma informação geral sobre a disposição das caves.
Avançaram pelo corredor, sempre a combater goblins, até chegarem a mais uma porta que Bharah manda abaixo ao pontapé. Nesta sala encontraram finalmente Balgron que fazia realmente jus ao seu cognome. Após eliminarem os restantes goblins e ferirem o Gordo este tentou fugir com uma corrida desesperada. Foi apanhado numa questão de instantes e rendeu-se.
O grupo interrogou Balgron e após muito pressionar o goblin lá lhes disse com chegar ao acesso ao subnível onde se encontrava o culto e deu-lhes a palavra-passe para poderem passar: "E a vida falha nas trevas.". Depois disto, pergunta o que vão fazer dele e o grupo surpreende-o com uma proposta. Convencem o goblin que a associação com o culto irá acabar por matá-lo e aos seus homens e seria melhor ele partir, aproveitando a confusão criada pelos aventureiros. Confrontado com a alternativa (os goblins ficarem e serem esmagados pelos aventureiros)Balgron acaba por aceitar. Bharash fica com um pequeno baú (o tesouro de Balgron) como garantia que terão de confiar um no outro. Bharash irá confiar que Balgron não os trairá. E Balgron irá confiar que Bharash não abrirá o baú (por alguma razão, a ideia do seu baú ser aberto aterroriza o goblin).
"Está bem, seus malditos" - resigna-se Balgron, enquanto começa a destrancar uma porta por trás de si - "Venham. Por aqui..."
Com o amanhecer dum novo dia, o grupo parte para Sul para seguir a pista de Doven Staul. Ao fim de algum tempo saem da estrada e embrenham-se na floresta. Thia apanha um rasto de várias pessoas (e alguns répteis) que se embrenha cada vez mais na floresta. Ao fim de uma hora vão dar a uma clareira onde encontram gente a fazer uma escavação. Um capataz gnomo comanda uma série de homens berrando ordens em nome de Orcus e Kalarel. De Nirnaran nem sinal.
Mas antes de poderem observar melhor a situação, o gnomo topou-os e deu o alerta. Seguiu-se uma luta muito dura. O grupo tentou rodear a escavação para não permitir que ninguém escapasse. Bharash e Willburt foram para uma das saídas. Stella e Gurrak foram para outra. Thia ficou a fazer chover setas em todo lado. Bharash e Will estavam a ter algumas dificuldades no seu lado devido a dois lagartos que faziam bastantes estragos. Gurrak e Stella tiveram menos dificuldades. Do seu lado não havia lagartos e os escavadores estavam a tombar depressa.
De repente, ao fundo da escavação, surgiu Nirnaran e um Halfling desconhecido. Nirnaran começou a atirar setas e o Halfling disparava pedras duma funda com uma velocidade assustadora. Stella tentou reagir e correu de imediato na sua direcção. Mas ao fazê-lo expôs demasiado as suas defesas e acabou por ser abatida. Pouco depois, Nirnaran conseguiu fugir da escavação Eventualmente Bharash e Will conseguiram abater os seus lagartos. Mas Gurrak também tombou. Felizmente, Bharash conseguiu estabilizar ambos os seus colegas. Eventualmente o Halfling e o capataz foram derrotados. Vencida a luta, os que estavam de pé reanimaram os seus colegas.
Investigando melhor o local, encontraram um homem amarrado e tapado com uns panos. Era Doven Staul. O grupo conversou longamente com Staul, ficando a inteirar-se duma série de novas informações. O local da escavação foi de facto o covil dum dragão em tempos. Mas as ossadas do dragão não se encontram em lado nenhum. Talvez ele tivesse partido entretanto. A única ossada que encontraram foi a de um mago do antigo império de Nerath. Encontraram também uma série de objectos de valor. O culto levou praticamente todos. Estavam também à procura duma peça em particular. Algo para usar num ritual que quebraria uma espécie de selo e despoletaria um invasão de mortos-vivos. Staul não sabe a certo que peça era mas sabe que a encontraram. A elfa, Nirnaran, levou-a para um forte a norte que está a proteger o tal selo. O grupo tentou também interrogar o capataz gnomo mas este não lhes disse nada que eles já não soubessem. Regressaram a Winterhaven para planear o próximo passo.
Em Winterhaven, o grupo relatou as suas descobertas a Marla. A sacerdotisa iria entrar em contacto com os seus superiores na igreja de Pelor e depois diria algo. Mas de qualquer modo, sabendo que o grupo planeia atacar o forte, deu-lhes uma série de poções para os ajudar. Também entregaram o gnomo aos guardas da cidade. Gurrak ficou um pouco desapontado por não haver uma recompensa por ele. Doven Staul foi ter com a sua mulher. Mas prometeu que no dia seguinte se iria reunir com Parle Cranewing e os dois iriam tentar descobrir mais alguma coisa. De qualquer modo, fala ao grupo dum velhote que mora nos arredores da cidade e que contava frequentemente histórias sobre um forte amaldiçoado a norte.
No dia seguinte o grupo foi falar com o velhote mencionado por Doven Staul. O velhote conta-lhes uma história longuíssima. As partes importantes são:
Há muitos anos atrás, havia realmente um forte a norte da cidade. Era mantido por uma guarnição de cavaleiros, chefiada por Sir Keegan, um paladino de lendário poder. Uma noite, era o velho ainda uma criança, bateu à um dos guardas do forte bateu à porta todo ensanguentado e a pedir ajuda. Sir Keegan havia enlouquecido e morto todos os seus soldados. Desde então nunca mais ninguém que tenha ido ao forte voltou com vida. Diz-se que o espírito ferido e enlouquecido de Keegan ainda assombra o local.
De volta à academia de Winterhaven, Parle Cranewing e Doven Staul confirmam que a história terá um fundo de verdade. Pelo menos a parte de Sir Keegan ser um cavaleiro e ter comandado uma guarnição no forte a norte da cidade. Esse forte protegia uma fenda para outro mundo. No passado longínquo essa fenda foi aberta e uma infinidade de mortos-vivos saiu de lá. O império de Nerath conseguiu derrotar a invasão e selou a fenda, tendo construído o forte sobre ela para a proteger o selo. É óbvio que Kalarel e os seus cultistas planeiam voltar a abrir a fenda. Ambos recomendam aos aventureiros que falem com o lorde de Winterhaven. As coisas tornaram-se muito mais graves.
Infelizmente, Valthun de Prescient, o lorde de Winterhaven não se mostrou muito útil. Embora acredite nos aventureiros e lhes promete uma boa recompensa caso evitem o desastre, não lhes pode fornecer homens. A milícia de Winterhaven terá de ficar na cidade e preparar a defesa. A única coisa que faz é conceder-lhes um adiantamento na recompensa. Marla do templo de Pelor também não tem novidades. Ainda aguarda notícias da capital. Irá tentar ter algo no dia seguinte.
Assim sendo, o grupo foi aos armeiros da cidade e equipou-se o melhor que pôde. Sendo já tarde, decidiram ir tentar ter uma boa noite de descanso. No dia seguinte iriam partir para o forte.
Na última sessão, o grupo derrotou os Kobolds na cascata. O último deles conseguiu fugir para o interior a berrar por socorro...Sem perder tempo, Brann e Regnak foram de imediato em sua perseguição. Gurrak, Willburt e Stella reagruparam à entrada e preparavam-se para entrar quando foram interrompidos por um grito por trás deles: 'Parem! É uma armadilha!'. Do caminho da floresta surgiam uma elfa e um dragonborn. Este último, o autor do grito continuou a falar. 'Gurrak, sou eu. Bharash. Lembras-te de mim?'. Gurrak lembrava-se. Ele e Bharash haviam crescido e treinado juntos no mesmo enclave dragonborn. Sem grande tempo para explicações, Bharash disse apenas que Varis os tinha contactado em Winterhaven e pedido que viessem em ajuda dos seus antigos companheiros. Pelo que Varis conseguira descobrir, Nirnaran havia mentido ao grupo e enviara-os para uma armadilha. Isto significava que Brann e Regnak corriam um perigo ainda maior. Assim, Gurrak, Will e Stella entraram de imediato na caverna para os ajudar. Bharash a Thia, a elfa que viera com ele, acompanharam-nos.No interior foram emboscados por vários Kobolds. Surgiram de todo o lado, armados de lanças. No entanto, foram carne para canhão e rapidamente eliminados. No entanto, depois da primeira vaga surgiram muitos mais. Estes agora armados com espadas, escudos e boas armaduras. E também um mago de combate e mais alguns lanceiros. Este segundo grupo estava a dar muito mais trabalho quando surge no combate um goblin enorme (pelos padrões dos goblins que é o mesmo que dizer um goblin do tamanho dum homem pequeno). 'Matem esta corja!' berrou ele, enquanto se juntava ao combate.Se a luta já estava complicada, tornou-se ainda pior. E de Brann e Regnak nem sinal. Felizmente Thia, uma arqueira de grande pontaria e Bharash, um guerreiro de machado afiado mostraram-se bons substitudos. Usando cada truque e habilidade ao seu dispôr, acabaram por conseguir virar a maré. Apenas o goblin e um dos guardas-Kobold restava. Mais um golpe e o goblin tombou... 'Lorde Orcus, Lorde Kalarel... preparem a minha chegada...'. Pouco depois o último guarda tombou também.Vencida a luta, o grupo explorou a caverna. Encontraram uma chave e um pergaminho no corpo do Goblin. A chave deu-lhes boas notícias: abria um baú onde se encontrava uma armadura mágica. Bharash ficou com ela. No entanto, o resto da caverna tinha más notícias. A um canto encontraram os corpos de Brann e Regnak, mortos. Juntamente com eles estava também o corpo do Kobold que fugira. Tinham conseguido apanhá-lo mas pagaram-no caro.Fora da caverna, ergueu-se uma pira funerária para os dois heróis mortos. Os restantes cinco sentaram-se em redor dela e partilharam as informações que tinham um com o outro. Gurrak pôs Bharash ao corrente da missão em que se encontravam. Por seu lado Bharash, explicou melhor o que faziam ele e Thia naquele local...Varis havia regressado a Winterhaven com Nirnaran. Mas mal chegaram à cidade a elfa optou por seguir caminho sozinha. Varis foi procurar a mulher do seu antigo mestre. E ficou a saber que embora ele estivesse realmente desaparecido, nunca ninguém havia pedido a Nirnaran que o tivesse ido procurar ou algo semelhante. Varis meditava neste assunto quando se cruzou com Bharash e Thia na cidade. Reconhecendo Bharash de algumas vezes que se haviam cruzado com ele no passado, pediu-lhe que fosse ajudar os seus antigos companheiros. O próprio Varis tinha de continuar em busca de Doven Staul.Os cinco aventureiros decidiram trabalhar juntos. Começaram por ler o pergaminho do Goblin. Falava duma espia que havia encontrado do mapa e que precisaria de ajuda para o obter. O goblin deveria enviar homens com ela nessa missão. A espia apresentará uma prova para se identificar. O pergaminho não tinha assinatura formal. Apenas um brasão com um K estilizado.O grupo começou a caminhada de volta Winterhaven (esta muito mais rápida que a primeira graças aos talentos superiores de Thia como guia e batedora). Discutiram febrilmente várias teorias. No entanto, apenas chegaram a duas conclusões. A espia tinha de ser Nirnaran e era preciso encontrar Doven Staul. Uma vez em Winterhaven, foram visitar várias pessoas à procura de mais informação. A mulher de Doven Staul disse-lhes que o seu marido andava realmente obcecado com um mapa e que ia muitas vezes explorar o terreno para sul da cidade. Disse-lhes também que Parle Cranewing era um amigo de Staul e os dois poderiam ter discutido o assunto.O grupo foi falar com Parle Cranewing e este confirmou a amizade com Staul e a história do mapa. Supostamente este indicaria a tumba dum dragão. Tentaram encontrar Varis e Nirnaran mas não tiveram sorte. De Varis ninguém sabia. Quanto a Nirnaran, era conhecida na cidade e ficava frequentemente na melhor estalagem. Mas nos últimos tempos ninguém a vira. Falaram também com a sacerdotisa Marla, pondo-a ao corrente da situação. A informação deixou a sacerdotisa extremamente preocupada. De acordo com as lendas, o local a sul da cidade continha uma chave para algo terrível e poderoso. E a tumba pertenceria ao seu guardião.O grupo saiu do templo de Pelor já bastante tarde. Decidiram ir descansar e no dia seguinte partir para sul à procura da tumba. Chegariam a tempo?
Após ter eliminado os Kobolds que estavam no seu caminho, o grupo de aventureiros continuou a avançar pelo caminho. Eventualmente, o Brann topou uma figura humanóide à coca no caminho. Aproximando-se sorrateiramente da pessoa (uma elfa), perguntou-lhe o que estava a fazer. Ultrapassado o susto inicial, a elfa - chamava-se Nirnaran - e os aventureiros trocaram informações.Nirnaran andava no terreno à procura dum homem chamado Daven Staul que estava na região a investigar o que supostamente teria sido em tempos um covil de Dragão. Mas Staul estava desaparecido há dias e não se se encontravam sinais dele. Ouvindo isto Varis, que fora discípulo de Staul, decide juntar-se a Nirnaran e ajudar na busca do seu mestre. Os restantes continuariam sem ele durante algum tempo. Por outro lado, Nirnaran tinha em sua posse um símbolo de Orcus, algo obviamente associado aos cultos da morte que o grupo procurava. A elfa explicou que encontrara o símbolo num Kobold que matara mais à frente no caminho. Falou-lhes também que nessa zona era frequente ocorrerem coisas estranhas (pessoas desaparecidas, ruídos e luzes de noite...). Sem nenhuma pista melhor, os agora quatro aventureiros decidiram seguir em frente e explorar essa tal zona.Ao fim de uma hora ou duas de caminho ouviram-se sons de batalha. Um pouco à frente, uma guerreira enfrentava três Kobolds. O grupo foi em seu auxílio e eliminaram rapidamente os Kobolds. A mulher, chamada Stella, também fora enviada por Cranewing em busca das famosas ruínas. Tinha vindo apenas com um companheiro. Este não escapara aos Kobolds. Estava morto aos pés deles. Dada a situação, Stella juntou-se a Gurrak, Regnak, Brann e Will embora tivesse de abdicar da sua comissão no trabalho. Os cinco continuaram caminho.Após mais algumas horas de caminho, Brann (o eterno batedor) deu com uma visão realmente complicada. Uma cascata guardada por vários Kobolds (cerca de 10 ao todo). Rapidamente se tornou óbvio o porquê. Por trás da cascata havia uma passagem. Além disso, havia uma estranha aglomeração de pedras num círculo com algum propósito estranho. Após um breve conferência de estratégia... Decidiram atacar directamente com tudo.E, ao menos uma vez, foi um bom plano pois os Kobolds apesar de muitos não deram grande luta. Três deles caíram logo para o Bafo de Gurrak. Outros tantos foram cortados por um só golpe de Regnak. Os únicos que realmente se bateram foram um clérigo e os seus quatro guardas de armadura que estavam no círculo de pedras (o círculo de pedras tinha um efeito mágico que lhes aumentava a força). Mas também acabaram por ser eliminados. Infelizmente, na passagem da cascata estava um Kobold com uma funda e quando as coisas se tornaram negras pró lado dele, fugiu para ao interior aos berros.'Socorro! Intrusos!', traduziu Gurrak.
Após uma noite de descanso o grupo planeou o próximo passo: sair de Fallcrest. Um passeio pela cidade deu a solução. Uma caravana liderada por um homem chamado Brown partia para Winterhaven dentro de dois dias e andava à procura de alguns aventureiros para os proteger durante a viagem.Os primeiros dias da viagem foram pacíficos. Aborrecidos dirão alguns. Mas ao terceiro, houve uma emboscada. Os vigias da frente conseguiram aperceber-se do inimigo escondido mais adiante. A caravana parou e Brown organizou uma defesa. Os aventureiros saíram de encontro ao inimigo. Após alguns instantes à espera, tornou-se óbvio que o inimigo preferia esperar emboscado. Brann perdeu a paciência e foi tentar surpreendê-los por trás. Conseguiu mas os números do inimigo (Kobolds!) eram tantos que o halfling acabou por tombar. Felizmente os restantes juntaram-se à luta pouco depois e conseguiram eliminar os Kobolds e salvar Brann. No entanto, o estado inconsciente dele fez com que houvesse uma distribuição mais justa das suas 300 moedas de ouro.Chegados a Winterhaven (uma cidade bastante maior e mais fortificada que Fallcrest), o grupo instalou-se na estalagem e passou o resto do dia a relaxar. No dia seguinte partiram em busca de trabalho. Após algumas horas a deambular pela cidade souberam dum homem - um estudioso chamado Parle Cranewing – que andava à procura de aventureiros para localizar e explorar umas ruínas algures na floresta a norte da cidade. O homem foi fácil de encontrar e após regatear um bocado sobre o preço, o grupo tinha uma nova missão. As ruínas eram bastante antigas e tinham ar de estar abandonadas. Mas estavam bastante próximas da cidade e o seu aspecto sugeria alguma espécie de funcionalidade. Cranewing quer um mapa completo das ruínas e o máximo de informação sobre elas.O grupo passou o resto do dia a relaxar pela cidade. Ao fim da tarde foram abordados por uma sacerdotisa de Pelor que haviam conhecido na caravana. Esta queria levá-los à sua superior, Marla. Havia outro trabalho para eles. Chegados ao templo de Pelor, reuniram-se com Marla e ficaram a saber da existência de um culto aos mortos-vivos que poderia estar a operar na região. A única pista que Marla tinha era um nome: Kalarel. O grupo devia investigar o assunto e relatar o que descobrir.Saíram para à noite à procura de informação sobre o culto. Mas não encontraram nada. Uma noite inteira a bater os piores distritos da cidade. Ninguém sabia nada de cultos da morte ("Essas coisas não acontecem aqui!"). Ninguém tinha ouvido falar de Kalarel. Desanimados, decidiram descansar um pouco e partir no dia seguinte à procura das tais ruínas de Cranewing. Os mortos teriam de esperar.Os cinco aventureiros abandonaram Fallcrest ainda de manhã. Embrenharam-se na floresta e andaram várias horas para noroeste à procura das tais ruínas, perdendo-se uma vez ou outra. Eventualmente deram com um pequeno caminho de terra escondido. Começaram a segui-lo. Ao fim de mais algum tempo de viagem foram emboscados por mais um grupo de Kobolds. Este bastante forte, contendo quatro guerreiros com armaduras pesadas e um clérigo de suporte. Mas com algum esforço acabaram por cair.